Nota

Olá, queridos.
Só agora me dei conta, que havia uma série de textos que não  publiquei.
Estou recuperando cada um e espero que vocês gostem.

A leveza da borboleta na ponta dos dedos

Agora, compartilho uma experiência que vivi no recente dezembro de 2011.
Pela primeira vez, apliquei a técnica de massagem “Toque da Borboleta” no ambiente escolar.
Estou em processo de adaptação com os meus futuros alunos que tem entre 2 anos e meio e 3 anos de vida.
Senti que as crianças estavam muito agitadas e ao notar que, as crianças buscavam sentar-se em um colchonete em frente a um grande ventilador para descansar, senti que esse poderia ser um bom momento para a abordagem. Havia uma rotatividade de crianças deitando-se no colchonete. Mas é de um menino que vou comentar…

A criança em questão tem 3 anos, é um menino lindo que adora correr, pular e sorrir. Mas que também vem apresentando uma constante mudança de temperamento. Mordidas, gritos com colegas, puxões e outras demonstrações físicas de força e uma necessidade muito grande de ter a atenção para si. Sei que muitos podem dizer que tais atitudes “não são de outro mundo”.  Esse é um perfil bem superficial, mas senti naquele momento que ele seria muito beneficiado pelo “Toque da Borboleta”. A criança deitou-se próximo a mim e eu iniciei conversando com ele e trouxe para o nosso espaço uma borboleta mágica que faz carinho nas pessoas. Assim, iniciei o toque me utilizando da técnica aprendida na Formação. Pouco tempo depois o menino estava completamente relaxado. Algumas das outras crianças ao ver aquela cena, também queriam fazer o toque no amigo deitado, ou no amigo ao lado. O aluno “tocado pela borboleta mágica”, pediu para deitar no colchonete outra vez enquanto eu massageava os demais.

É desnecessário dizer que aquela, foi uma experiência linda para mim e para as crianças.
Depois disso, não tenho dúvidas de que seguirei com o uso do Toque da Borboleta em alguns muitos momentos dentro da escola ao longo do ano letivo.

Borboletando na Escola

Sabedorias do Miles

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Enquanto as crianças não aprendem sobre a sua própria herança na escola, eles simplesmente não se importam com a escola. . . Mas você não vai vê-lo nos livros de história, a menos que tenhamos o poder de escrever nossa própria história e contar nossa história para nós mesmos.

Miles Davis

Uma mostra Superfantástica!

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Uma dica boníssima, para crianças e para a sua criança interior.
Estarei na mostra e espero encontrar muitos dos meus alunos por lá. 

Superfantástico!

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 24 a 29 de janeiro, Superfantástico!, um festival com realização da Capadócia Produtora Cultural, que traz uma programação especialmente pensada para as crianças com uma seleção de filmes que vão de clássicos a produções mais recentes. Com 16 longas e 11 curtas, o festival quer mostrar que o cinema brasileiro infantil não se resume – como ficou marcado – só a filmes da Xuxa e de Os Trapalhões, ícones da criançada na década de 80 e que aparecem até hoje na lista dos mais assistidos entre as produções nacionais.

Em meio a Hollywood e suas grandes produções, o festival Superfantástico! quer que as crianças tenham mais contato com o que foi feito para elas no cinema brasileiro, através de uma seleção de filmes criativos, educativos e divertidos, privilegiando o nosso folclore e nossos personagens.

SERVIÇO – Superfantástico!

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)
Horário: Consultar programação
Entrada: R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00
(meia, além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia)
Telefone: (21) 2544-4080      
Bilheteria: de terça a sábado de 10h às 22h e domingo de 10h às 21h
Classificação: consultar programação no site http://www.caixa.gov.br/caixacultural
Lotação: 89 lugares
Acesso para portadores de necessidades especiais

Mais informações em >> http://www.caixacultural.com.br/

Para o novo ano que chegou!

Vídeo

Um amigo conhece a canção da tua alma, mesmo quando você a esqueceu e pode sempre cantá-la para você. Quando passamos por dificuldades e tribulações, será que cantamos? Será que nos lembramos que temos uma canção para cantar? Será que chamamos nossa família e nossos amigos para cantar connosco ou para nós?

Pós Anne Fraisse

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Pessoas queridas!
Estou fazendo um post, que já devia ter feito há muito tempo. O deixei salvo como rascunho, e pensei que o havia publicado. Coisas desta aqui que vos escreve! Mas sempre é possível transmitir boas novas.
E é isso que farei agora mesmo.

Fui a palestra “Dos Pais Reais aos Pais Simbólicos: Abordagem Psico-Orgânica” com Anne Fraisse que é a Co-fundadora da Escola francesa de Análise Psico-Orgânica (EFAPO). O encontro aconteceu no dia 18 de novembro, na acolhedora sede do Centro Brasileiro de Formação e Análise Psico-Orgânica (CEBRAFAPO), no bairro do Humaitá. Lá, um grupo grande de arte terapeutas, psicólogos, educadores e estudantes dos cursos de formação em arteterapia, bem como em análise psico-orgânica. Público predominantemente feminino e muito animado. Foi bom demais ver como as pessoas se queriam bem. Todos muito contentes, se cumprimentando sorridentes. Era um ambiente realmente acolhedor. Encontrei por lá, duas das minhas professoras do curso de formação. Uma delas estava envolvida na organização enquanto que outra, assim como os demais apenas aguardava o momento das primeiras falas da Anne Fraisse. Quando eu me dei conta, lá estava ela: sentada, com ar simpático e me parecia meio impressionada com o tanto que falava aquela mulherada toda. Usava um vestido estampado, um óculos de grau, posso imaginar que ela sentiu muito a variação térmica, pois aquela noite estava bem abafada. Enfim, com a sala cheia iniciam-se as apresentações. Silvana Sacharny (Psicoterapeuta e coordenadora do Centro Brasileiro de Formação em Analise Psico-Orgânica) fez uma breve, alegre e emocionada apresentação e seguiu fazendo uma ótima tradução do que apresentava Anne.

O tema abordado era para mim, muito delicado e importante, já que vivi um momento de perda muito recente. Inicialmente fiquei preocupada pensando como eu sairia da palestra, mas tudo o que ouvi só me fez sentir melhor e me ajudou a compreender meus processos pessoais, o entendimento do meu luto pelo meu próprio pai.

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Emanação dos Sonhos

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Olá, pessoa!

Não precisa ser um “Carl Gustav Jung” pra notar que nesse post eu escreverei sobre os Sonhos.
Eu sempre tive uma ótima memória onírica e muitos sonhos claros cheios de detalhes e pessoas conhecidas (vivas ou não).
Nas ultimas aulas do ano de 2011, minhas professoras bateram muito na tecla do “anote seus sonhos”. E me dei conta de que nunca havia experimentado essa prática do registro de sonhos. Deixar um bloquinho e um lápis ao lado da minha cama, jamais passou pela minha cabeça. Resolvi fazer isso e não lembrei de nenhum sonhozinho sequer. Fiquei chateada com isso.
Uns dias depois eu fiz o pedido dos florais e da homeopatia que costumo usar. No primeiro dia de uso eu acordei lembrando perfeitamente do que sonhei. Riqueza de detalhes, e muita força estavam presentes no sonho. Mais que isso um anúncio da chegada de coisas novas e mudanças na minha vida. Bom, foi assim que eu interpretei!

Após essa experiência, eu lembrei que tinha de ler um livro indicado por minhas professoras na Formação em Arteterapia.
É esse aqui Carl Gustav Jung – MEMÓRIAS SONHOS REFLEXÕES